Salazar? Talvez o nome mais incomum. Singelamente apagado do registro civil. O homem que imortalizou semelhante nome não abonou nada a favor do mesmo. Porque odiamos tanto o nome do homem que sustentou Portugal sobre as suas terras? Oprimia, censurava matava estrangeiro e intrangeiro, encarcerava, torturava. Pois e salvava, preservava, burlava e enganava para bem do Português, extorquía resguardava. Sim, as pessoas torturadas já aqui não estão para espelhar o seu sofrimento e se ainda estiverem podem exibir em praça publica as marcas do seu sofrimento porque deveriam ser louvadas. Sofreram por Portugal. Tentaram mudar a nação. O que foi bom já que não existe grande ditador sem uma secreta oposição. Actualmente os efeitos da censura e do regime totalitário já pouco se reflecte na memoria lusitana. Pensemos porem que tão abominável homem salvou o saloio povo português da dupla eclosão bélica do século XX. Que seria do povo Português, de Portugal, se do alto da sua baixeza entrasse na guerra? – Nada nos aconteceria, teríamos portanto enviado cem mil homem, insanos, equipados com as mais tecnológicas e sofisticadas espingardas dos seus avós. Teríamos feito a balança pender para que lado fosse. Podíamos até criar uma guerra. Portugal e as suas ilhas, na aliança das azeitonas contra o minúsculo mundo inteiro. Não se constataria nenhuma baixa. Nenhum pais ousaria declarar guerra a tão velejada nação. Resuscutariamos Nuno Alvarez e com a celebre táctica do quadrado avançaríamos sobre a Europa. O nosso cilindro guerreiro esmagaria espadas e escudos. Depois sobre nos cairiam misseis. Bombas atómicas. Apenas anjos a descer, nos olhos de outro homem que não Salazar. Pois, seriamos hoje mundialmente conhecidos. Sim, seriamos portanto o centro do mundo, Um terreno em estado de calamidade por mais de oitenta anos, Estaríamos neste momento com milhares de pernas postiças e hérnias mas veríamos os nossos filhos na escola. Pelo menos isso veríamos. Sim na escola não a estudar mas sim a assentar tijolo de futura sabedoria. Salazar colocou-nos em tão mirifica e propensa obscuridade. E eu como pequeno português faço vénia a tão grande português. Antes matar cem do que não deixar nascer seis milhões.

É normal que a tua idade ainda não te permita compreender o que ditadura significou para pessoas da minha idade, mas quero dar-te os parabéns por teres-me feito ter orgulho nas marcas que a ditadura deixou em mim.
ResponderEliminarAntes magoar 1000 do que não deixar viver 6 milhões.
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